Resumo da aula 12

                        Nessa aula continuou-se a apresentar outras maneiras de se realizar a modelagem de um sistema. O processo apresentado foi o DFD (Diagramas de Fluxo de Dados). Como o próprio nome indica, o foco dessa representação está no fluxo entre as diversas partes de um sistema. Por essa abordagem, é mais intuitivo relacioná-lo à Teoria Geral dos Sistemas do que, por exemplo, à uma abordagem mais Orientada a Objetos (que fica mais à vontade com UML, por exemplo).

                        O DFD propõe 3 representações diferentes para um elemento. Um retângulo representa uma entidade externa ao sistema, um círculo um sub-sistema e setas indicam o relacionamento entre os componentes (o fluxo).

                        Ainda, nessa tentativa de se especificar um sistema usando DFD, vemos que o DFD se apresenta sempre como um diagrama de contexto. Isto é, para modelar adequadamente um sistema, constrói-se diagramas relacionados ao contexto em um certo nível. No DFD de nível 0 (zero), por exemplo, tem-se o sistema como um único componente e, a partir dele, todos os relacionamentos com entidades externas. Ao se passar para o DFD de um nível superior, vai-se destrinchando o sistema em seus módulos, seus componentes. Lembrando sempre o mantra: “Tudo que entra, entra; tudo o que sai; sai”. Ou seja, os relacionamentos que existiam num certo nível de DFD devem ser mantidos no nível seguinte, mantendo também sua orientação. E é devido à esse comportamento de ir especificando cada vez mais um sistema (quase como uma estratégia de ‘divisão e conquista’) que o DFD é facilmente associado à Teoria Geral dos Sistemas.

                        Enfim, o DFD se mostrou uma técnica simples para modelar um sistema quando se pretende ter uma clara noção do que se pretende, assim como detectar erros previamente.

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One Comment em “Resumo da aula 12”

  1. pes2006 Says:

    “Isto é, para modelar adequadamente um sistema, constrói-se diagramas relacionados ao contexto em um certo nível. No DFD de nível 0 (zero), por exemplo, tem-se o sistema como um único componente e, a partir dele, todos os relacionamentos com entidades externas. Ao se passar para o DFD de um nível superior” —> O DIAGRAMA DE CONTEXTO É O DIAGRAMA INICIAL! AO SE PASSAR PARA UM NÍVEL INFERIOR! DECOMPOSIÇÃO!

    O DIAGRAMA DE CONTEXTO É NÍVEL 0. O PRÓXIMO É O NÍVEL 1 (SUPERIOR NO NÚMERO, MAS INFERIOR EM NÍVEL DE DETALHE!)


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